Professora discute “A Criança na Capoeira” em projeto da Fundação Gregório de Mattos

Professora discute “A Criança na Capoeira” em projeto da Fundação Gregório de Mattos

A professora do curso de Educação Física da UNIFACS, Alexandra Amorim, foi uma das convidadas da edição de julho da roda de conversa Patrimônio É…, promovida pela Fundação Gregório de Mattos (FGM). O evento, que teve como tema “A Criança na Capoeira”, ocorreu no dia 30 de julho, no Espaço Cultural da Barroquinha, Centro.

Para a Profa. Alexandra, o planejamento e a metodologia de ensino na formação da criança, tanto em escolas públicas quanto privadas, são importantes para valorizar o aprendizado e o interesse à arte, à luta e à dança.

“Transformar atitudes e comportamentos no entendimento da capoeira como forma de pertencimento na vida de cada criança, criando paródias e parlendas (rimas infantis) com os movimentos da capoeira por meio de jogos e brincadeiras da cultura popular brasileira, deixando o processo de ensino-aprendizagem com cara de criança. Dessa forma, é possível entender o corpo da criança para colocar em prática os movimentos de maneira lúdica”, completa.

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A UNIFACS já atua em parceria com a FGM, e o convite para a roda de conversa partiu da experiência da docente como professora de Educação Física no projeto social da Escola Mãe Hilda Jitolú, do Bloco Ilê Aiyê, no bairro da Liberdade. “Lá, temos crianças de 03 a 11 anos que adoram as aulas de capoeira. Elas cantam, jogam e tocam; o único problema é a hora do término da atividade porque todas querem continuar”, lembra.

Patrimônio É…

Projeto do Salvador Memória Viva, programa de atividades de proteção e estímulo à preservação dos bens materiais e imateriais do município, da Fundação Gregório de Mattos, Prefeitura de Salvador, que aborda a questão do patrimônio cultural em diálogo com a história, memória, arquitetura, espaço público, educação, gestão e economia da cultura. Além de manter uma pauta fixa mensal para o tema, promove a educação patrimonial, colabora no direcionamento das ações dos institutos de tombamento e registro, bem como das instâncias de salvaguarda, e instrumentaliza a política municipal para atuar na valorização da memória histórica da cidade. Ao todo, serão oito encontros em 2019.


Fabiana Araújo